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A realidade que o novo sistema da CNM vai evidenciar

Estudantes da UNE e Ubes protestam em frente ao Ministério da Fazenda contra os cortes de verbas na educação por causa do ajuste fiscal (José Cruz/Agência Brasil - 10/6/15)
Estudantes da UNE e Ubes protestam em frente ao Ministério da Fazenda contra os cortes de verbas na educação por causa do ajuste fiscal (José Cruz/Agência Brasil – 10/6/15)

O atual pacto federativo define as competências de cada ente. Mas, no dia a dia, quem está mais perto do cidadão é o Município. É a prefeitura quem assume, no final das contas, os serviços mais essenciais, com destaque para as áreas de Saúde, Educação e Assistência Social. Contudo, Meio Ambiente, Segurança, entre outras também entram nesta conta. Para mostrar essa realidade, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) desenvolveu um sistema. É o Realidade Municipal [www.realidade.cnm.org.br].

Estados e principalmente a União repassam recursos mínimos e defasados para que o ente municipal tome conta da responsabilidade deles perante a população, reclama a CNM. Os prefeitos, lá na ponta, não podem simplesmente negar atendimento. E, para piorar, lembra o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, “os meios de comunicação sucessivamente repetem que a desordem nas finanças públicas por decorrência do aumento de despesas com pessoal e má utilização dos recursos públicos é responsabilidade dos gestores municipais”.

Vítimas da concentração de recursos, os prefeitos podem mudar este cenário.

Acesse www.realidade.cnm.org.br

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